1 de abr. de 2014

As flores mais curiosas do mundo

  • Sensacional como a natureza acha meios incríveis para se defender

A seção de Ciências do jornal espanhol ABC publicou recentemente uma compilação de imagens de flores que, para capturar suas presas ou afastar seus predadores, adquirem formas bastante insólitas, disfarçando-se de animais ou minerais. Aqui estão algumas delas:

  • A orquídea Pato Voador


Uma das mais de 25 mil espécies da família das orquídeas. Cresce na Austrália e seu nome científico é Caleana Major. Mede dois centímetros, com diversos brotos no mesmo talo. Se parece com um patinho em pleno voo.

31 de mar. de 2014

O fenômeno déjà vu nos permite obter informações de outras dimensões?


  • Quem já teve tem uma sensação incrível de uma outra realidade

O fenômeno conhecido como déjà vu é, certamente, um dos mistérios mais freqüentes e inexplicáveis de nossa mente. Embora existam várias teorias especulando sobre os mecanismos que levam a este tipo de situação, o fato é que até agora não há conclusões científicas. 

No entanto, com a introdução das mais recentes concepções do chamado cérebro quântico, muitas pessoas começaram a se perguntar se o déjà vu pode ser um vislumbre de nossa mente no presente, mas em outras dimensões do espaço-tempo .

Estatísticas apontam que o fenômeno acontece quase que diariamente, e é muitas vezes descrito como um sentimento que pessoas experimentam sobre uma situação no presente, mas que já seria experimentada no passado. O déjà vu, termo em francês para “já visto”, não está exatamente relacionado com um tempo específico no passado, mas sim com uma idéia geral que, em um dado momento, se faz presente. Isso gera aquela sensação de “isso já aconteceu comigo antes”.

A psicologia estima que 97% das pessoas já experimentaram o fenômeno de déjà vu, pelo menos uma vez na vida. Estudos indicam que se trata de um efeito mental causado por um determinado processo que ocorre em partes do cérebro associadas à memória e percepção. Por vezes, a informação que chega ao cérebro percebe as áreas de memória, antes da chegada da mesma informação para a área de análise primária. Então o cérebro compara a situação com informações armazenadas na memória e conclui: esse evento já aconteceu antes.

30 de mar. de 2014

Crentes indianos rolam em restos de comida de castas superiores para curar suas doenças

  • É triste ver coisas assim ainda pelo mundo... chocado até 2045!

Um ritual secular indiano determina que castas hindus consideradas inferiores devem rolar nos restos de alimentos consumidos por membros de uma casta superior. Mas, nem é o próprio ritual que é estranho. 

A parte mais esquisita é que, enquanto ativistas sociais estão realmente buscando proibir a prática, os hindus de "baixa casta" não admitem parar de rolar nas sobras.

O ritual, chamado Madey Snana (Banho de Cuspe) é específico para o estado de Karnataka, durante um evento anual no famoso templo de 4.000 anos de idade, Kukke Subramanya, no distrito costeiro de Mangalore. Ele também é seguido no templo Sri Krishna na cidade de Udupi. Como parte do ritual Snana, os dalits (membros de uma casta inferior) devem rolar sobre restos de comida dos brâmanes (casta superior) a cada ano, na crença de que todos os seus problemas vão desaparecer e que doenças serão curadas. Isto é praticado todos os anos no festival de Champa Shasti. Só no ano passado, 25 mil pessoas rolaram nos restos dos brâmanes. Isso aconteceu mesmo com a proibição da administração do distrito que assistiu a tudo impotente.

De acordo com organizações de assistência social, o ritual Snana é desumano e inaceitável.

29 de mar. de 2014

Adolescente diz que vício em selfie quase arruinou sua vida

  • "Isso quase tirou minha vida, mas eu sobrevivi e estou determinado a nunca entrar nessa coisa novamente."

O britânico Danny Bowman, de 19 anos, é possivelmente o primeiro caso conhecido de viciado confesso em selfie do mundo. Pode parecer engraçado, mas esse vício é tão grave e perigoso como qualquer outro. Na verdade, o jovem quase perdeu a vida por causa da sua obsessão na busca de tirar o selfie perfeito.

Danny costumava passar cerca de 10 horas, fazendo mais de 200 selfies em seu iPhone, todos os dias. Chegou a um ponto que seu vício era tanto que parou de ir à escola e não saiu de casa por mais de seis meses. Ele até perdeu quase 15 kg tentando ficar mais fotogênico. Quando seus pais tentaram detê-lo, ele se tornou agressivo. E em uma drástica tentativa final para se curar de sua doença, Danny teve uma overdose de drogas.

- "Eu estava constantemente na busca de tirar a selfie perfeita e quando eu percebi que eu não podia, eu quis morrer", disse ele. - "Perdi meus amigos, minha educação, minha saúde, e quase a minha vida."

28 de mar. de 2014

O gênio que se matou tentando ser imortal

  • Ele tentou, mas foi tão imbecil que teve seu fim de uma maneira ridícula

Bogdanov jogando xadrez com Lenin
Como já diria o grande e insubstituível Albert Einstein, “quem nunca cometeu um erro, nunca tentou algo novo”, o que é verdade, válido e praticável nas mais diversas áreas de conhecimento. 

O único problema é que, às vezes, esse “pensar algo novo” tem um preço um tanto caro para quem teve a ousadia de pensar fora da caixa, como é o caso de cientistas que foram vítimas de suas próprias invenções.

Alexander Bogdanov não era um grande nome nos Estados Unidos, mas na União Soviética ele era famoso. O escritor de ficção científica, médico e pioneiro da cibernética era também um eterno curioso, mas uma de suas invenções acabou com esse “eterno” muito antes do que ele gostaria.

Em 1916, quando ele estava servindo como médico durante a Primeira Guerra Mundial, escreveu sobre a política de economias de guerra e antecipou o complexo militar-industrial. Ele também se tornou um escritor de ficção científica precoce e escreveu ensaios sobre análise de sistemas que foram os precursores da cibernética. E, só para gastar o tempo livre, escreveu poesia.

27 de mar. de 2014

Formigas Zumbis

  • Em uma semana, insetos têm sentidos alterados e começam a 'vaguear'

Quem diria que tal coisa fosse possível, realmente vou morrer e não vou dar conta de ver tudo...

Nova pesquisa publicada no jornal científico "PLoS One" identifica quatro novas espécies de fungos capazes de gerar "formigas-zumbis". 

Isso ocorre no momento em que os fungos infectam os insetos e se distribuem pelo organismo, causando mudança de comportamento e até mesmo a morte de colônias inteiras. 

De autoria dos cientistas Harry Evans e David Hughes, o estudo "diversidade oculta em fungos de formigas-zumbis" analisa quatro novas espécies encontradas na Mata Atlântica de Minas Gerais, no Sudeste do país. A pesquisa ajuda a explicar a perda de biodiversidade entre insetos de determinadas espécies, já que cada fungo observado atua em um tipo de formiga.

A ação do fungo é capaz de travar as mandíbulas de formigas carpinteiras, local em que ele encontra condição ideal para começar a se reproduzir, infectando outros hospedeiros. Uma vez instalado, o fungo cresce no organismo e espalha substâncias que têm efeitos colaterais.

26 de mar. de 2014

PRAGA: superpopulação de coelhos na Austrália

  • Como teve início a incrível superpopulação de coelhos na Austrália



A primeira imagem que se passa na cabeça das pessoas ao mencionar coelho é a de criaturas fofinhas, pequenas, peludas, que comem cenouras e fazem ovos de chocolate. Mas essa imagem é completamente diferente para os australianos, pois lá eles vivem em uma crise de superpopulação de coelhos.

  • O início

25 de mar. de 2014

Como os cães reagem ante um truque de magia?

Cães geralmente confiam cegamente nos humanos. O fato de que estejam livres de julgamentos lhes permite se aproximar com nobreza à mão que lhes serve. Mas como reagiriam ante a prestidigitação que inclusive confunde, facilmente, a menta humana? Foi exatamente essa pergunta que o ilusionista finlandês Jose Ahonen se fez, e então decidiu testar alguns peludos para ver o que acontecia.

Ahonen aplica suas habilidades em frente a diferentes cães no que termina por ser um tão simpático quanto ocioso experimento. Entre as reações caninas ante seus truques de magia há umas particularmente cômicas, geradas talvez por uma espontânea descontinuidade visual, a mesma que surpreende às audiências que, por alguma razão, desfrutam do ilusionismo.





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23 de mar. de 2014

Homem de 96 anos compõe música para esposa que morreu

  • Uma história tão tocante que é impossível você não se emocionar

Não vou mentir, me emocionei tanto que chorei.

Quando Fred, este senhor de 96 anos de idade, viu o anúncio de uma competição de música no jornal da sua cidade não imaginou como isso mudaria sua vida para sempre.

Ele não sabia tocar nenhum instrumento, nem mesmo era bom cantando… mas ainda assim ele resolveu fazer algo.

Fred escreveu uma canção para sua esposa que havia falecido há pouco mais de um mês.

O resultado dessa história você vê clicando no play do vídeo abaixo.





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