5 de abr. de 2014

Fundamentalismo religioso poderá ser considerado doença mental

  • Essa pesquisa vai dar o que falar e muita gente não vai gostar disso

Dizem por aí que tudo que é exagerado faz mal. No caso do fundamentalismo religioso, esse exagero pode ser tão ruim a ponto de ser considerado uma doença. É o que defende a neurologista Katheleen Taylor, da Universidade de Oxford (Inglaterra).

Segundo ela, pesquisas desenvolvidas recentemente sugerem que em breve seremos capazes de tratar o fundamentalismo religioso e outras formas de crenças ideológicas potencialmente prejudiciais para a sociedade como uma forma de doença mental.

Ela fez essa afirmação durante uma palestra no Festival Literário Hay, que aconteceu no País de Gales, na última quarta-feira. De acordo com ela, as ideologias muito radicalizadas em breve poderão ser vistas não como uma escolha pessoal, feita com base no livre-arbítrio, mas sim como uma categoria de transtorno mental. Katheleen também disse que os novos estudos da neurociência poderiam considerar extremistas, por exemplo, os integrantes do Hamas (Movimento da Resistência Islâmica), como pessoas com doença mental, ao invés de criminosos terroristas.

Prevendo o choque da sociedade, a neurologista disse: “Uma das surpresas pode ser a de ver pessoas com certas crenças como pessoas que podem receber tratamento médico por conta disso”.

4 de abr. de 2014

Um paraíso no meio do Oceano Pacífico


Na língua falada nas Ilhas Samoa, "To Sua" significa “buraco gigante”, o nome perfeito para a piscina natural que uma erupção vulcânica fez surgir no meio do Oceano Pacífico. Conhecida como "To Sua Ocean Trench", a caverna de águas calmas e cristalinas parece convidar os turistas para um mergulho. Com 30 metros de profundidade e cercado de mata nativa, o grande poço transparente é abastecido pela água do mar e dá a quem o frequenta a sensação de estar isolado do resto do mundo, em um paraíso restrito a poucos mortais.

Quem quiser chegar até lá precisa contratar um dos guias locais, e claro, pagar as taxas comuns de acesso, mas vale a pena. Afinal, tranquilidade e beleza natural não têm preço, você não acha? Veja as fotos e deixe um comentário.

3 de abr. de 2014

Menina de três anos viaja o mundo de bicicleta com pais e já fala cinco idiomas

  • A família já percorreu 40 países espalhados por todos os continentes

Tiago Novaes
De Bangcoc para a BBC Brasil

O matemático alemão Christian Riedke e sua mulher, a turismóloga espanhola Olga Avila Martorell, passaram seis dos últimos nove anos na estrada, ao longo de duas grandes viagens em cima de bicicletas.

"Pedalar é um jeito de conhecer de perto os lugares que visitamos", dizem Christian e Olga, que já passaram ao todo por 40 países, em todos os continentes.

Entre as duas viagens, nasceu Naila, a filha do casal, que aos três anos, passou a maior parte de sua vida na estrada e já é capaz de conversar em cinco idiomas diferentes.

Ela fala o espanhol e o catalão maternos, o alemão paterno, além de um significativo repertório da língua portuguesa.

"Às vezes ela pede que conversemos em inglês, que é o idioma que usamos com a maioria dos viajantes que encontramos. Outro dia, ensaiou algumas expressões em tailandês. Como não entendemos nada, ela não insistiu", diz o pai.

A última descoberta da pequena nômade é a de que a variedade de expressões que aprendeu integra idiomas diferentes, e que nem todos compreendem todos os conjuntos lexicais que ela aos poucos domina.

"Ela ainda mistura bastante, mas já está começando a diferenciar as línguas", observa Christian.

2 de abr. de 2014

Homem amputa a própria mão para livrar-se de dor insuportável, mas ela continua

  • Que dor é essa que a criatura chega a tomar uma atitude tão extrema?

Uma história no mínimo inusitada chocou os moradores de Devon, na Inglaterra. Um homem cortou a própria mão para livrar-se de uma dor, mas ela continua.

O autor da façanha é Mark Goddard, de 44 anos. Há 16 anos ele sofreu um acidente de moto e desde então uma dor insuportável tomou o nervo da sua mão fazendo com que ele pensasse em arrancar a mão.

Goddard chegou a consultar alguns médicos para realizar o procedimento, mas eles negaram-se, afirmando que o membro era saudável.

O ex-mecânico, então, começou a construir uma gilhotina improvisada para que pudesse decepar o membro de uma só vez.

1 de abr. de 2014

As flores mais curiosas do mundo

  • Sensacional como a natureza acha meios incríveis para se defender

A seção de Ciências do jornal espanhol ABC publicou recentemente uma compilação de imagens de flores que, para capturar suas presas ou afastar seus predadores, adquirem formas bastante insólitas, disfarçando-se de animais ou minerais. Aqui estão algumas delas:

  • A orquídea Pato Voador


Uma das mais de 25 mil espécies da família das orquídeas. Cresce na Austrália e seu nome científico é Caleana Major. Mede dois centímetros, com diversos brotos no mesmo talo. Se parece com um patinho em pleno voo.

31 de mar. de 2014

O fenômeno déjà vu nos permite obter informações de outras dimensões?


  • Quem já teve tem uma sensação incrível de uma outra realidade

O fenômeno conhecido como déjà vu é, certamente, um dos mistérios mais freqüentes e inexplicáveis de nossa mente. Embora existam várias teorias especulando sobre os mecanismos que levam a este tipo de situação, o fato é que até agora não há conclusões científicas. 

No entanto, com a introdução das mais recentes concepções do chamado cérebro quântico, muitas pessoas começaram a se perguntar se o déjà vu pode ser um vislumbre de nossa mente no presente, mas em outras dimensões do espaço-tempo .

Estatísticas apontam que o fenômeno acontece quase que diariamente, e é muitas vezes descrito como um sentimento que pessoas experimentam sobre uma situação no presente, mas que já seria experimentada no passado. O déjà vu, termo em francês para “já visto”, não está exatamente relacionado com um tempo específico no passado, mas sim com uma idéia geral que, em um dado momento, se faz presente. Isso gera aquela sensação de “isso já aconteceu comigo antes”.

A psicologia estima que 97% das pessoas já experimentaram o fenômeno de déjà vu, pelo menos uma vez na vida. Estudos indicam que se trata de um efeito mental causado por um determinado processo que ocorre em partes do cérebro associadas à memória e percepção. Por vezes, a informação que chega ao cérebro percebe as áreas de memória, antes da chegada da mesma informação para a área de análise primária. Então o cérebro compara a situação com informações armazenadas na memória e conclui: esse evento já aconteceu antes.

30 de mar. de 2014

Crentes indianos rolam em restos de comida de castas superiores para curar suas doenças

  • É triste ver coisas assim ainda pelo mundo... chocado até 2045!

Um ritual secular indiano determina que castas hindus consideradas inferiores devem rolar nos restos de alimentos consumidos por membros de uma casta superior. Mas, nem é o próprio ritual que é estranho. 

A parte mais esquisita é que, enquanto ativistas sociais estão realmente buscando proibir a prática, os hindus de "baixa casta" não admitem parar de rolar nas sobras.

O ritual, chamado Madey Snana (Banho de Cuspe) é específico para o estado de Karnataka, durante um evento anual no famoso templo de 4.000 anos de idade, Kukke Subramanya, no distrito costeiro de Mangalore. Ele também é seguido no templo Sri Krishna na cidade de Udupi. Como parte do ritual Snana, os dalits (membros de uma casta inferior) devem rolar sobre restos de comida dos brâmanes (casta superior) a cada ano, na crença de que todos os seus problemas vão desaparecer e que doenças serão curadas. Isto é praticado todos os anos no festival de Champa Shasti. Só no ano passado, 25 mil pessoas rolaram nos restos dos brâmanes. Isso aconteceu mesmo com a proibição da administração do distrito que assistiu a tudo impotente.

De acordo com organizações de assistência social, o ritual Snana é desumano e inaceitável.

29 de mar. de 2014

Adolescente diz que vício em selfie quase arruinou sua vida

  • "Isso quase tirou minha vida, mas eu sobrevivi e estou determinado a nunca entrar nessa coisa novamente."

O britânico Danny Bowman, de 19 anos, é possivelmente o primeiro caso conhecido de viciado confesso em selfie do mundo. Pode parecer engraçado, mas esse vício é tão grave e perigoso como qualquer outro. Na verdade, o jovem quase perdeu a vida por causa da sua obsessão na busca de tirar o selfie perfeito.

Danny costumava passar cerca de 10 horas, fazendo mais de 200 selfies em seu iPhone, todos os dias. Chegou a um ponto que seu vício era tanto que parou de ir à escola e não saiu de casa por mais de seis meses. Ele até perdeu quase 15 kg tentando ficar mais fotogênico. Quando seus pais tentaram detê-lo, ele se tornou agressivo. E em uma drástica tentativa final para se curar de sua doença, Danny teve uma overdose de drogas.

- "Eu estava constantemente na busca de tirar a selfie perfeita e quando eu percebi que eu não podia, eu quis morrer", disse ele. - "Perdi meus amigos, minha educação, minha saúde, e quase a minha vida."

28 de mar. de 2014

O gênio que se matou tentando ser imortal

  • Ele tentou, mas foi tão imbecil que teve seu fim de uma maneira ridícula

Bogdanov jogando xadrez com Lenin
Como já diria o grande e insubstituível Albert Einstein, “quem nunca cometeu um erro, nunca tentou algo novo”, o que é verdade, válido e praticável nas mais diversas áreas de conhecimento. 

O único problema é que, às vezes, esse “pensar algo novo” tem um preço um tanto caro para quem teve a ousadia de pensar fora da caixa, como é o caso de cientistas que foram vítimas de suas próprias invenções.

Alexander Bogdanov não era um grande nome nos Estados Unidos, mas na União Soviética ele era famoso. O escritor de ficção científica, médico e pioneiro da cibernética era também um eterno curioso, mas uma de suas invenções acabou com esse “eterno” muito antes do que ele gostaria.

Em 1916, quando ele estava servindo como médico durante a Primeira Guerra Mundial, escreveu sobre a política de economias de guerra e antecipou o complexo militar-industrial. Ele também se tornou um escritor de ficção científica precoce e escreveu ensaios sobre análise de sistemas que foram os precursores da cibernética. E, só para gastar o tempo livre, escreveu poesia.

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