Há oito anos, um documentário exibido na BBC revelou ao mundo uma família residente na Turquia, cujos integrantes eram quadrúpedes. Naturalmente, a investigação focou no estudo da evolução humana e quais seriam as causas envolvidas naquele aparente caso de informação genética equivocada.
Depois de anos de pesquisas, um estudo da equipe da professora Liza Shapiro, da Universidade do Texas, em Austin, afirmou que o caso desse grupo de pessoas não representa uma conexão com nossos ancestrais primatas, e sim uma doença conhecida como Síndrome de Uner Tan (UTS), caracterizada por hipoplasia cerebral, perda de coordenação e equilíbrio e deterioração das habilidades cognitivas, levando seus portadores a se locomover apenas com apoio das mãos e dos pés.








