- Esse fato ocorre em 1 a cada 100 milhões de nascimentos
Tessa Evans, hoje com 17 meses, nasceu com a chamada Arhinia Congênita Completa.
O problema faz com que, desde os primeiros estágios no útero, não ocorra a formação de um nariz. Apesar de parecer extremamente debilitante, ela conseguiu crescer e levar uma vida saudável.
Apesar do ótimo desenvolvimento que está tendo, a má formação a impede de ter o sentido do olfato, não podendo sentir qualquer cheiro, mas ela pode tossir, espirrar e pegar um resfriado ou gripe como qualquer outra pessoa. Além disso, ela sente dificuldades em esboçar um sorrido completo.
Sua mãe, Gráinne Evans, de 30 anos, disse: “No começo, eu simplesmente não conseguia entender isso, eu nem sabia que era possível. Como é que minha filha não ia ter um nariz? Ela conseguia viver? Será que alguém seria capaz de ajudá-la?”.
Gráinne optou por parto natural na água, mas não sabia que sua filha tinha o problema de saúde. Ela se assustou quando retirou sua filha da piscina e constatou a anomalia congênita.
Semanas após dar à luz, ela leu em vários sites que bebês como Tessa tinham o desenvolvimento mental e físico atrasados e muitos pais preferem interromper a gravidez.








