10 de out de 2012

Carta de William Lynch


  • Neste texto vemos um método de controle de escravos utilizado há quase 300 anos. Sua eficácia parece ter sido realmente comprovada. ATÉ QUANDO? Virginia, 1712.


Senhores:

Eu saúdo vocês, aqui presentes nas beiras do Rio James, no ano de 1712 do nosso Senhor.
Primeiro, devo agradecer a vocês, senhores da colônia da Virgínia, por me trazerem aqui.

Estou aqui para ajudá-los a resolver alguns dos seus problemas com escravos.
O convite de vocês chegou até a mim, lá na minha modesta plantação nas Índias do Oeste onde experimentei alguns mais novos, e outros ainda velhos, métodos de controle de escravos.

A Antiga Roma nos invejaria se o meu programa fosse implementado.

Assim que o nosso navio passou ao sul do Rio James, nome do nosso ilustre Rei, eu vi o suficiente para saber que o problemas de vocês não é único.

Enquanto Roma usava cordas e madeira para crucificar grande número de corpos humanos pelas velhas estradas, vocês aqui usam as árvores e cordas. Eu vi um corpo de um escravo morto balançando em um galho de árvore a algumas milhas daqui.

vocês não estão só perdendo estoques valiosos nesses enforcamentos, estão tendo também levantes, escravos fugindo, suas colheitas são deixadas no campo tempo demais para um lucro máximo, vocês sofrem incêndios ocasionais, seus animais são mortos. Senhores! vocês conhecem seus problemas; eu não estou aqui para enumerá-los, mas para ajudar a resolvê-los!


Tenho comigo um método de controle de escravos negros. Eu garanto que se vocês implementar da maneira certa, controlará os escravos no mínimo durante 300 anos. Meu método é simples e todos os membros da família e empregados brancos podem usá-lo.

Eu seleciono um número de diferenças existentes entre os escravos; eu pego essas diferenças e as faço ficarem maiores, exagero-as. Então eu uso o medo, a desconfiança, a inveja, para controlá-los. Eu usei esse método na minha fazenda e funcionou; não somente lá, mas em todo o Sul.

Pegue uma pequena e simples lista de diferenças e pense sobre elas. Na primeira linha da minha lista está “Idade”, mas isso só porque começa com a letra “A”. A segunda linha, coloquei “Cor” ou “Nuances”. Há ainda, “inteligência”, “tamanho”, “sexo”, “tamanho da plantação”, “status da plantação”, “atitude do dono”, “se mora no vale ou no morro”, “Leste ou Oeste”, “norte ou sul”, se tem “cabelo liso ou crespo”, se é “alto ou baixo”.

Agora que você tem uma lista de diferenças, eu darei umas instruções, mas antes, eu devo assegurar que a desconfiança é mais forte do que a confiança e que a inveja é mais forte do que a adulação, o respeito e a admiração.

O escravo negro, após receber esse endoutrinamento ou lavagem cerebral, perpetuará ele mesmo, e desenvolverá esses sentimentos, que influenciarão seu comportamento durante centenas, até milhares de anos, sem que precisemos voltar a intervir. A sua submissão a nós e à nossa civilização será não somente total, mas também profunda e durável.

Não se esqueçam de que vocês devem colocar o velho negro contra o jovem negro. E o jovem negro contra o velho negro. Vocês devem jogar o negro de pele escura contra o de pele clara. E o de pele clara contra o de pele escura. O homem negro contra a mulher negra.

É necessário que os escravos confiem e dependam de NÓS. Eles devem amar, respeitar e confiar somente em nós.

Senhores, essas dicas são as chaves para controlá-los, usem-nas. Façam com que as suas esposas,  filhos e empregados brancos também as utilizem. Nunca percam uma oportunidade.

Meu plano é garantido e a boa coisa nisso é que se utilizado intensamente durante um ano, os escravos por eles mesmos acentuarão ainda mais essas oposições e nunca mais terão confiança em si mesmos, o que garantirá uma dominação quase eterna sobre eles.

Obrigado, senhores.

William Lynch

Esse discurso foi pronunciado por um escravagista europeu, William Lynch, em 1712. Ele fora convidado a apresentar uma nova técnica de controle dos africanos deportados para os Estados Unidos, que se revoltavam cada dia, criando problemas para os negócios. William Lynch, pela sua competência e expertise, se tornou um consultor no assunto.

Fonte


A CARTA DE WILLY LYNCH

Verifiquei que entre os escravos existem uma série de diferenças. Eu tiro partido destas diferenças, aumentando-as. Eu uso o medo, a desconfiança e a inveja para mantê-los debaixo do meu controle. Eu vos asseguro que a desconfiança é mais forte que a confiança e a inveja mais forte que a concórdia, respeito ou admiração. Deveis usar os escravos mais velhos contra os escravos mais jovens e os mais jovens contra os mais velhos. Deveis usar os escravos mais escuros contra os mais claros e os mais claros contra os mais escuros. Deveis usar as fêmeas contra os machos e os machos contra as fêmeas. Deveis usar os vossos capatazes para semear a desunião entre os negros, mas é necessário que eles confiem e dependam apenas de nós. Meus senhores, estas ferramentas são a vossa chave para o domínio, usem-nas. Nunca percam uma oportunidade. Se fizerdes intensamente uso delas por um ano o escravo permanecerá completamente dominado. O escravo depois de doutrinado desta maneira permanecerá nesta mentalidade passando-a de geração em geração".

Fonte



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15 comentários:

Anônimo disse...

otimo post!

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

Bruto de um hoax (mentira)... essa carta nunca existiu, deem uma olhada no Google e comprovem ok? Verifique as fontes antes de postar, abs.

Daniel Mesquita disse...

Afinal, ela existiu ou nao ?
achei estranho um Ingles indo pro Rio para ajudar no controle aos escravos.

Mas enfim, o blog é bom, contem os assuntos e informaçoes que eu curto, entao ja estou seguindo.
Ele segue mais ou menos a linha do meu tambem
se tiver tempo para dar uma olhada
grande abraço
www.culturadita.blogspot.it

ALEXANDRE disse...

esse mesmo homem ensinou como torturar os escravos dai seu nome foi utilizado para aquele que é torturado, ou seja, linchado. "LYNHC" = LINCHAR

Felipe disse...

O filme Manderlay do Lars Von Trier aborda esse assunto.

CIPRISAPIENS disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
CIPRISAPIENS disse...

Como que a carta não existe se você esta lendo a própria?
Mesmo que os fatos possam ser irreais ( QUE NÃO SÃO) a carta existe.
E se a carta existe alguém escreveu! Não importa quem e nem como!
Importa que alguém em algum lugar pensa assim!
E só isso ja me bastaria!

Pra deixar Claro! Esse fato, e a Historia de Willy Lynch são verídicos!
Fora o conceito aplicado, o métodos de tortura dele eram simplesmente Bárbaros!

Não pesquisem em google, sejam formais e usem livros e saberão a verdade!

Anônimo disse...

Daniel, ele quis dizer Rio James... é o nome de um rio no estado da Virgínia, nos estados unidos.

Supersidekick disse...

Senhor Anônimo, acho que você deveria pesquisar antes de falar merda. Cheguei aqui, pois precisava do texto em português, uma breve pesquisa em sites estrangeiros mostrariam que não se trata de um hoax.

Anônimo disse...

Um Lixo de ser humano.

Alvaro Souza disse...

Brancos sempre foram lixo, antes éramos tratados como Reis, depois que o homem branco se armou e se organizou, a primeira coisa que fizeram foi procurar escravizar e humilhar o seu próximo.

Unknown disse...

nao podemos virar racistas por conta de um racista, nem todo branco e racista, por isso nao vamos generalizar, e nem promover o racismo...

Benedito Pascoal disse...

nao podemos virar racistas por conta de um racista, nem todo branco e racista, por isso nao vamos generalizar, e nem promover o racismo...

bravo King keys disse...

Achei o que tanto procurava

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