13 de ago de 2016

A outra cara da Finlândia: suicídios, álcool e violência de gênero

São donos do melhor sistema escolar do mundo. Seu desenvolvimento e crescimento econômico dos últimos anos parecem dar uma luz de esperança dentro do que hoje é o mundo. Seus políticos são muitas vezes realmente respeitáveis. Então, por que razão não são felizes? Essa é a pergunta que muitos se fazem sobre a Finlândia, considerada modelo de sociedade avançada, mas que guarda um lado muito, mas muito escuro, e não me refiro precisamente à grande quantidade de bandas de Black Metal que emergem dessas geladas paisagens.

A Finlândia é hoje um exemplo de desenvolvimento, mas ao mesmo tempo deve lidar com as mais altas taxas de suicídios, homicídios, e violência de gênero, vinculados ao excessivo consumo de álcool entre a população. Este país conquanto não é o número um em alcoolismo, sim está dentro dos que mais bebem. Por que isso acontece?

12 de ago de 2016

Arqueólogos desenterram feitiços de 2.000 anos encontrados na Sérvia

Um grupo de pesquisa liderado por Miomir Korac, do Instituto Arqueológico de Belgrado, na Sérvia, descobriu feitiços gravados em pequenos rolos de ouro e prata enterrados ao lado de fósseis humanos de 2.000 anos de idade. No momento, os pesquisadores ainda estão tentando traduzir o conteúdo exato dos encantamentos, mas, ao que tudo indica, eles parecem invocar poderes divinos para fazer o bem ou o mal.

Segundo Korac, tudo o que se sabe é que o alfabeto é grego e a linguagem é aramaica. “É um mistério do Oriente Médio para nós”, disse. “Nós lemos os nomes de alguns demônios que estão ligados ao território da atual Síria”, acrescentou um outro membro da equipe, Ilija Dankovic.

Os feitiços foram encontrados no interior de pequenos amuletos de chumbo, esculpidos em folhas frágeis de metal ao lado de símbolos decorativos. Cada um possui o tamanho de um papel de bala, mas são considerados extremamente valiosos pelos pesquisadores.

11 de ago de 2016

Há uma vila dentro desta caverna gigante na China

A vila Zhongdong, localizada na província de Guizhou, no sul da China, é o único assentamento estabelecido dentro de uma caverna no país. 

A 1.800 metros acima do nível do mar, a caverna só pode ser acessada por uma caminhada de uma hora, e em função de tal inacessibilidade, a comunidade enfrenta diversos problemas para sobreviver. 

Para piorar a situação, o governo afirmou que "a China não é uma sociedade de homens das cavernas" e fechou a escola da aldeia no início de 2011. Agora, as crianças devem caminhar a pé por duas horas todas as manhãs e à noite para frequentar a escola mais próxima.

A fim de melhorar os meios de subsistência dos moradores, os anciãos tentaram influenciar o governo local para que construísse uma estrada que ligaria a vila na caverna até a cidade mais próxima, mas ainda que Zhongdong tenha acesso à televisão e jornal ocasional, a aldeia ainda permanece em grande parte desconectada do mundo exterior.

10 de ago de 2016

Tricomoníase: DST causada por protozoário promove coceira e ardência ao urinar

A tricomoníase é uma infecção causada por um protozoário chamado Trichomonas vaginalis. É capaz de atacar colo do útero, vagina e uretra, bem como o trato genital masculino.

Trata-se de uma doença sexualmente transmissível que obviamente ocorre após o contato íntimo com uma pessoa infectada. Em geral, afeta mais as mulheres, de acordo com informações do Diário de Biologia.

A condição pode ser assintomática ou vir acompanhada, no caso das mulheres, de coceiras, corrimento, vermelhidão, dor e ardor ao urinar ou nas relações sexuais. Já para os homens, são comuns irritações na parte interna do pênis, corrimento e ardor durante a ejaculação ou ao urinar.

9 de ago de 2016

Porque não lembramos de nada quando somos bebês?

A fase em que somos bebês talvez seja uma das melhores de nossa vida: temos o que queremos facilmente e passamos a maior parte do dia comendo, dormindo e sem preocupações com quaisquer responsabilidades. Porém, se você já tentou se recordar de alguma memória dessa fase, certamente não conseguiu. Esse problema tem intrigado os cientistas há anos. O que será que acontece para que não possamos nos lembrar de nada desses primeiros anos?

Segundo informações da Sciece Alert, mais de um século atrás, o psicoterapeuta Sigmund Freud cunhou a definição “amnésia infantil”, enquanto tentava descobrir o que acontecia em nossa mente durante nossos primeiros anos – em que experimentamos o mundo, aprendemos a andar e a falar, mas somos incapazes de lembrar o que aconteceu.

Há um consenso de que ainda não exista uma resposta aceita para a questão, conforme reportado pela BBC Future. Muitos estudos mostraram que nossas primeiras lembranças podem variar de acordo com as diferenças culturais. Em uma pesquisa em particular, cientistas reuniram 256 pessoas dos Estados Unidos e da China. Logo, eles descobriram que os norte-americanos tinham memórias pessoais mais elaboradas, enquanto os chineses, memórias mais breves e factuais.

8 de ago de 2016

Desenhos com lápis de cor incrivelmente vibrantes

De um lado estão os meros meros mortais como eu e você que lutam para desenhar uma linha reta ou um palito-man, do outro há mestres como Morgan Davidson que cria os mais incríveis desenhos com lápis de cor. 

Seus desenhos não são apenas brilhantes e graciosos, senão que são tão nítidos e precisos que a gente quase poderia jurar que foram impressos. 

De belas mulheres até cenários de obras de arte surrealista, Morgan não deixa de surpreender. Ela é uma ilustradora com bacharelado em artes plásticas no famoso Colégio de Arte e Desenho Ringling.

7 de ago de 2016

Pedofilia feminina

  • Por que só falamos de homens pedófilos? Mulher também comete pedofilia?

Em suas memórias de infância, Colin (nome usado pela BBC para preservar a imagem da vítima) tem o abuso cometido por sua mãe. Ele conta que até os treze anos sofreu com seus atos criminosos no banho, em sua cama e durante a noite. Os traumas só foram aparecer na adolescência, aos 14 anos, quando o menino começou a sofrer ataques de pânico e a usar drogas. “Eu não conseguia dormir de noite e sempre imaginava minha mãe em cima de mim. Não conseguia manter empregos e tinha medo de garotas”, conta Colin, vinte anos depois do ocorrido.

Para o garoto, o fato de sofrer abuso de sua mãe, tornou a prática mais difícil de ser identificada. “Eu achava difícil até dizer que aquilo era abuso sexual, por conta da forma que a sociedade enxerga as mães. 99% delas amam seus filhos, mas eu fui azarado e tive uma que não me amava”. A mídia expõe a pedofilia de uma forma tão caracterizada, que o que mais impressiona na história de Colin é o fato de uma mulher ter sido a abusadora.

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