9 de ago de 2014

Fotógrafo mostra o que realmente estamos comendo



  • Fotógrafo confronta indústria e resolve mostrar o que de fato estamos comendo por trás dos apetitosos alimentos industrializados
É hora de enfrentar o seu alimento! Foi o que o fotógrafo Pedro Augusto, não só fez, como está revelando a todos os consumidores, o que eles realmente estão comendo.

Às vezes compramos e consumimos certo alimento, sem nem ao menos pensarmos de onde vieram ou como são processados e embalados de forma a parecerem ‘agradáveis’ às nossas vistas.

Nascido no Texas, EUA, Pedro Augusto se mudou para Hong Kong há dois anos. Lá ele percebeu a enorme quantidade de açougues e restaurantes que focam toda a alimentação em carnes de animais expostas nas vitrines ou ao ar livre.

8 de ago de 2014

O pinguim de dois metros que viveu na Antártida

Se vivesse em nossos dias seria tão alto e robusto quanto um jogador de basquete. 

Com seus dois metros de altura e seus 115 quilos de peso, o Palaeeudyptes klekowskii é o maior dos pinguins descobertos até agora e deixa muito para trás o recorde da espécie anterior extinta, os fósseis de um pinguim de 1,5 m descobertos no Peru.

Os novos fósseis foram descobertos na ilha Seymour, na península antártica, no começo do ano, mas somente agora a equipe de Carolina Acosta, do Museu da Prata, encontrou algumas peças que permitem estimar seu tamanho. Os primeiros restos consistiam em uma dúzia de ossos, em sua maioria dos pés e as asas do animal, mas o achado de um tarsometatarso de 9 cm permite inferir que a ave poderia ter até dois metros de altura.

7 de ago de 2014

Mulher tem vários orgasmos espontâneos depois de medicamento

  • Mulher, após tomar medicamento para Parkinson, começou a sofrer diariamente com vários orgasmos espontâneos

Todos nós sabemos que alguns medicamentos podem causar efeitos colaterais indesejados, como dores de cabeça ou até mesmo erupções cutâneas, além de efeitos mais graves.

Porém, uma mulher da Turquia teve reações bem diferentes ao começar a tomar um medicamento para aliviar seus sintomas de Parkinson. Ela passou a ter cinco orgasmos espontâneos por dia!

A paciente de 42 anos havia sido diagnosticada com um princípio inicial da doença, provocada dentre outros motivos, por falta de dopamina no cérebro. Assim como muitos pacientes de Parkinson, foi recomendado que ela tomasse rasagilina (Azilect), droga que aumenta os níveis de dopamina, aliviando os sintomas de tremor, rigidez corporal e lentidão de movimentos.

Até então, os efeitos colaterais conhecidos do medicamento, incluíam dores de cabeça, sintomas de gripe, tonturas, constipação e boca seca. Porém, de acordo com relatórios publicados no Live Science, apenas sete dias após o início do tratamento, ela teve um aumento exagerado da libido, causando os orgasmos espontâneos. No 10º dia, foi internada para observação.

Os médicos que relataram o caso, se surpreenderam com o efeito causado, sendo o primeiro caso registrado deste efeito adverso da rasagilina, em mulheres.

6 de ago de 2014

O lago mais radioativo do mundo

  • Cidade russa de Chelyabinsk possui O lago mais radioativo do mundo, liberando doses letais de radiação


Nos Montes Urais, na Rússia, encontra-se um lindo lago, chamado de Karachay.

Porém, não chegue muito perto, ele é um assassino silencioso. Nos últimos 60 anos, o lago emitiu doses letais de radiação.

Em meados da década de 40, a União Soviética construiu uma cidade secreta no sul de Urais, chamada Chelyabinsk-40. O propósito do local, era para a fabricação de armas nucleares a partir do urânio-238 extraído nas colinas circundantes.

Em 1948, o primeiro reator foi instalado e ativado. Com a instalação, Chelyabinsk-40 (também conhecido como Chelyabinsk-65) estava trabalhando a pleno vapor, na conversão de urânio em plutônio, enviando-o para 

Mas, havia um problema: quando eles construíram as instalações (complexo de Mayak), todo o planejamento e recursos foram pensados para criar o plutônio, mas não pensaram em se livrar dos resíduos. Então, em algum momento, eles começaram a ser despejados no rio mais próximo. Especificamente, no rio Techa, que fornecia água para cerca de 39 cidades e aldeias próximas da usina de plutônio.

5 de ago de 2014

Nova rede de fibra óptica permitirá baixar milhares de filmes em “um piscar de olhos”

  • Equipe de pesquisadores da Universidade da Dinamarca desenvolveu a mais rápida rede de fibra ótica do Mundo.


É possível transferir 43 terabits por segundo, a partir de uma única fibra multi-core.

De acordo com matéria publicada na Extreme Tech, essa taxa de velocidade possibilitaria que um arquivo de 1 gigabyte seja baixado em 0,2 milissegundos.

Nem poderíamos dizer que seria em “um piscar de olhos”. A nível de comparação, o piscar dos olhos dura, em média, entre 100 e 400 milissegundos. Ou seja, em apenas uma piscada, seria possível baixar milhares de arquivos, como filmes, músicas e tantas outras coisas. Isso significa uma taxa de transferência de aproximadamente 5 TB/s, o que equivale a 5.375 GB/s.

Para possibilitar toda essa velocidade em uma fibra única, a ponto de torná-la comercialmente viável, utilizaram um conceito desenvolvido por uma das maiores empresas de telecomunicação do mundo, a japonesa NTT DoCoMo.

4 de ago de 2014

A Lua pode estar repleta de fósseis de dinossauros da Terra

A Terra é um lugar implacável. Vulcões entram em erupção, rios erodem a terra, continentes se rompem – é um pequeno milagre cada vez que uma criatura que viveu há milhões de anos é encontrada como fóssil.

A Lua, no entanto, está morta e sem vida; as pegadas dos astronautas serão preservadas para sempre na poeira lunar. Por isso, a Lua poderia guardar segredos da vida na Terra antiga.

Em um novo estudo, o professor de ciência do espaço Mark Burchell, da Universidade de Kent (Reino Unido), analisa se os fósseis da Terra poderiam ser encontrados intactos na Lua.

Já encontramos na Terra alguns pedaços de Marte e da Lua, resultantes de antigos impactos espaciais. Será que não conseguimos, então, encontrar partes da Terra na Lua? A grande questão, porém, é se os fósseis lançados poderiam sobreviver ao impacto.

Para isso, cientistas usaram um meteoroide falso e uma arma de gás comprimido. A New Scientist descreve o processo:

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