2 de ago de 2013

Cenote Angelita - Um rio que corre no fundo do mar

  • Um lugar que mete medo pelo aspecto, mas ao mesmo tempo belo

Parece improvável, mas essas fotos feitas por Anatoly Beloshchin mostram um rio que corre debaixo d'água escondida na Península de Yucatan no México chamado Cenote Angelita ou "Little Angel". Enquanto parece que os mergulhadores estão pairando no ar, acima de um pequeno riacho, as fotos foram tiradas inteiramente em uma caverna submersa formada por rocha calcária.

O rio em si é na verdade uma espécie de ilusão, devido a um fenômeno chamado de haloclina , onde as águas com diferentes níveis de salinidade formam camadas por causa de uma variação na densidade. Então, na realidade o "rio" é na verdade apenas uma densa camada de água salgada descansando no fundo de uma caverna, e as imagens você confere abaixo:

A natureza é fantástica!

1 de ago de 2013

Universidades japonesas instalam mesas anti-socialização nos seus refeitórios

Vi essa matéria num site e fiquei sem acreditar, fiquei pensando: que povo estranho, afinal uma das melhores coisas da universidade é a socialização, mas também se pensar pelo lado de impedir um tagarela, valeria a pena. Isso não funcionaria aqui, o brasileiro ia arrumar uma maneira de puxar assunto.

Veja a matéria:

Na maioria das culturas, ir almoçar com os amigos ou colegas de trabalho é uma ótima maneira para arejar a mente fora do trabalho e relaxar, mas parece que é exatamente o que os estudantes na Universidade de Kyoto estão tentando evitar.

Eles são pessoas ocupadas que nem sempre têm tempo para sentar e jogar conversa fora com os seus pares, por isso, para evitar este tipo de situações desconfortáveis, eles pediram a universidade que adotasse uma solução prática.

Há mesas sempre vazias, onde eles poderiam fazer as suas refeições em paz, mas de acordo com um estudante de engenharia de 22 anos de idade:

31 de jul de 2013

Mar Morto Chinês, um mar de gente


Para tentar escapar do forte calor do verão, Cerca de 15 mil turistas e moradores do condado de Daying, na província central de Sichuan, lotam diariamente o parque aquático local que tem um nome estranho "Mar Morto Chinês". O Dead Sea Holiday Resort tem mais de 30 mil metros quadrados e pode acomodar confortavelmente até dez mil visitantes, mas em um país de população recorde a prática é de que no verão seja aberto para quase quinze mil como limite.

sinceramente não queria MESMO ir num lugar assim. VEJA O VÍDEO:


30 de jul de 2013

Fotografia post-mortem victoriana

  • Algumas fotografias são tão incríveis que nem dá para saber quem é o morto

Em 2010 fiz um post sobre o assunto que se chamava Álbum dos Mortos, quem quiser ver também é só conferir o link.

A morte, no universo ocidental que vivemos, está oculta dentro de caixas de madeira retangulares, ou sob lençóis brancos que cobrem o rosto dos corpos sem vida. É algo que pelo geral não vemos ou tentamos não ver. Mas na Inglaterra vitoriana, período que compreendeu a maior parte do século XIX, a morte estava presente de muitas maneiras particulares. 

Os rituais que a rodeavam e as convenções e regras em torno do luto eram muito específicas. A fotografia post-mortem desta época, feita para conservar na memória os rostos e corpos dos que deixavam este mundo, capturou uma essência quase inaudita (e estranhamente bela) de contemplar a morte.

Na era vitoriana, a expectativa de vida de um homem de classe média ou alta era de 44 anos; 57 em cada 100 crianças, que nasciam dentro da classe trabalhadora, faleciam antes de completar cinco anos. Os defuntos, os funerais e tudo o que rodeava a morte de uma pessoa era parte da vida diária de uma maneira que na atualidade já não é fácil conceber.

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