4 de mar de 2016

Dinamarca abre o primeiro supermercado do mundo para venda de produtos vencidos

  • Desde a última segunda-feira, dia 29 de fevereiro, o supermercado de alimentos vencidos está em pleno funcionamento.

Localizado nas ruas de Copenhague e nomeado como WeFood, o comércio atraiu diversas pessoas que foram se alinhando em filas para conseguir comprar itens com descontos que, de outra forma, acabariam no lixo. 

Foram dispostos alimentos, cosméticos e outros utensílios domésticos que estavam perto do vencimento, vencidos ou com embalagens danificadas e que custavam cerca de 30% a 50% menos do que em lojas convencionais.

De acordo com o chefe do projeto, Per Bjerre, o WeFood é o primeiro supermercado do segmento na Dinamarca, e talvez no mundo, uma vez que não é apenas destinado a pessoas de baixa renda, mas sim a qualquer um que se preocupe com a quantidade de desperdício de alimentos no país. “Muitas pessoas veem isso como uma forma positiva e politicamente correta de abordar a questão”, disse ele. Além disso, a grande inauguração do comércio contou com a presença da Princesa Marie, da Dinamarca e a ex-ministra de alimentos e Meio Ambiente, Eva Kjer Hansen.


“É ridícula a ideia de que essa comida acabe nos lixos”, disse Hansen. “É ruim para o Meio Ambiente, e é um dinheiro gasto em absolutamente nada. Um supermercado como WeFood faz muito sentido e é um passo muito importante na batalha para combater o desperdício de alimentos”, completou.

O WeFood é uma colaboração entre o The Food Bank e um centro de caridade religioso chamado DanChurch Aid, que juntos levantaram mais de 1 milhão de coroas norueguesas (ou krones) – mais de 4 milhões de reais – através de crowdfunding – financiamento coletivo. Contudo, eles precisaram enfrentar muitos obstáculos legislativos, que incluía convencer o governo a permitir a venda de alimentos vencidos. 

Quando foram finalmente autorizados, a loja passou a funcionar com ajuda de voluntários e os lucros obtidos serão destinados ao financiamento de outros projetos da DanChurch, que incluem ajudar países em desenvolvimento, como Sudão e Bangladesh.








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Um comentário:

Anônimo disse...

Ah, esses malditos brancos dos zóio azú qui faiz as crisi!!!!

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