8 de nov. de 2016

Recusou a quimio aos 90 anos para aproveitar os dias que lhe restam

Admiro a elegância e tranquilidade com as quais os animais idosos, sobretudo os cães, aceitam a morte. Chegado o momento, retiram-se para descansar em um canto até que a doce morte lhes visita. 

É triste e comovente, sim... mas não tem nada de absurdo. Parece que eles sabem aceitar o final muito melhor do que nós. Nada mais. Nada menos. Simples e inteligente, nada a ver com a teimosia humana e seu empenho por arranhar, a todo custo, alguns minutos a mais de vida.

A maioria dos doentes hipotecam nos últimos dias de vida a mudança da vã esperança de prolongá-la. Uma decisão que, ainda que habitual, se for muito idoso e viveu uma vida plena, talvez não seja a mais acertada, pois nessa ânsia de vencer o tempo, sofre ele e sofre toda a família. Esta é sua história?

Ao menos essa é ao opinião de Dona Norma, uma mulher de 90 anos que recusou fazer seu tratamento contra o câncer para poder aproveitar os dias que lhe restam viajando com seu filho.

7 de nov. de 2016

Gatinha desconsolada já passou 1 ano junto ao túmulo de sua dona

Há uma teoria sobre a nossa convivência e domesticação com os dois mascotes mais amados, cães e gatos, que é muito interessante. Fundamentado no fato de que a domesticação do cão se tornou uma relação mutualista (cooperação caçando juntos) e a do gato na protocooperação (matando ratos que geravam doenças) fica inteligível porque os segundos parecem mais independentes, mas isso não é tudo. Os cães compartilha mais de 30 mil anos de evolução com os humanos e os gatos apenas 10 mil anos. Ou seja, gatos não são tão simpáticos porque eles ainda não tiveram tempo o suficiente.

Mas há algumas amostras recentes que demonstram que os gatos estão ficando muito parecido com cães. Vejam o caso desta bichana, que, após um ano da morte de sua humana, não abandonou o túmulo da idosa.

6 de nov. de 2016

As dezenas de empregados que moram no estacionamento do aeroporto de Los Angeles

"Adoraria ter uma cama e um chuveiro no escritório." Quem nunca pensou isso após sair tarde do trabalho e lembrar que precisa voltar cedo no dia seguinte?

Ter um sofá-cama nas redações, por exemplo, não seria nada mal durante a intensa cobertura das eleições americanas, brincam alguns jornalistas.

Mas o que para a maioria das pessoas não passa de uma piada ou desabafo se tornou realidade para mais de 100 empregados do Aeroporto Internacional de Los Angeles, o terceiro mais movimentado dos Estados Unidos.

Cansados das intermináveis viagens de ida e volta para o trabalho ou oprimidos pelo alto preço dos aluguéis na Califórnia, eles decidiram morar no estacionamento do aeroporto. E as autoridades aeroportuárias permitiram.

4 de nov. de 2016

GINA RESPONDE - Episódio 04

Gina é a personagem da peça "DIÁRIO DE UMA VAGINA" que agora tem seu próprio programa no youtube. O programa consiste em ela, de forma humorada e extravagante, responder a qualquer pergunta enviada a ela, relativa a sexo ou sexualidade.

Já estamos com vários participantes, então não perca a chance de ser um deles. Mande sua pergunta escrita ou em vídeo para o email abaixo e participe. TODA SEXTA UM EPISÓDIO NOVO.

diariodeumavagina@gmail.com

Ficha técnica do DIÁRIO DE UMA VAGINA:

Atuação - Indaiá Oliveira
Texto e direção - Lucas Bertolucci
Direção - Grasca Souto
Direção de movimento - Christiane Veigga

Realização: CIA QUINTETO DE 4

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3 de nov. de 2016

Distrofia miotônica: condição rara faz com que jovem não consiga soltar objetos

Louise Allen, 19 anos, de Bradford, na Inglaterra, no início deste ano foi diagnosticada com uma condição rara chamada de Distrofia Miotônica.

De origem hereditária, ela faz com que as articulações da jovem fiquem travadas aleatoriamente, bem como provoca uma fadiga intensa, causando necessidade de até 17 horas de sono diárias.

Em entrevista, ela contou que em dezembro de 2015 suas mãos estavam travando a cada minuto do dia, deixando-a presa e incapaz de se soltar de objetos cotidianos. “Acontecia enquanto eu tentava abrir uma garrafa ou tentava segurar um controle remoto e podia durar entre alguns segundos ou minutos”, revelou.

A primeira vez que notou o bloqueio foi há três anos enquanto estava na escola. Suas mãos se fecharam ao redor da escova de dentes, o que, a princípio, foi associado ao clima frio daquele dia. No entanto, a partir de fevereiro de 2016, os ataques passaram a ocorrer com maior frequência. Três meses depois, ela resolveu visitar um médico.

2 de nov. de 2016

Ser dama de honra na China é tão perigoso que as pessoas estão contratando profissionais

No mundo ocidental, as damas de honra ajudam a noiva em muitas tarefas antes e durante o casamento, na China também, mas são mais como damas de desonra. Elas devem beber grandes quantidades de álcool em nome da noiva e são tocadas além de outras formas de assédio. 

As damas de honra muitas vezes participam em costumes tradicionais que a maioria das pessoas consideraria extremamente vulgar. E como menos mulheres estão dispostas a servir como damas de honra para suas amigas e parentes, os serviços de aluguel de damas profissionais são um negócio em expansão.

Acontece que na época medieval, as damas de honra chinesas se vestia, exatamente como a noiva para agir como chamarizes de clãs rivais que por ventura queriam sequestrar a nubente. Depois de séculos passados e as proteções legais para casamentos foram estabelecidos, este papel particular deixou de ser necessário, mas as damas de honra ainda mantiveram suas funções protetoras, e seu "trabalho" permaneceu tão perigoso como sempre.

1 de nov. de 2016

A cientista de 13 anos que descobriu como criar energia limpa por apenas R$ 16

A americana Maanasa Mendu, de 13 anos, ganhou um prêmio de US$ 25 mil dólares (R$ 80 mil) em um concurso de jovens talentos por ter inventado um equipamento que permite gerar energia renovável de forma acessível - ao custo aproximado de R$ 16.

A jovem contou à BBC como funciona sua criação:

"O dispositivo captura a energia que está constantemente disponível ao nosso redor para criar energia limpa", explicou Mendu ao programa Newsday.

O dispositivo se chama "Harvest" ("colheita", em inglês) e utiliza uma espécie de "folha solar", capaz de obter energia de precipitações, do vento e do sol, graças a pequenas células solares.

A princípio, sua ideia era focar unicamente na energia eólica, mas com a ajuda de sua mentora, a engenheira Margaux Mitera, a jovem descobriu que poderia aproveitar também outros tipos de energia natural.

A energia é gerada graças ao uso de um material piezoelétrico, que gera eletricidade a partir de uma força mecânica, acoplado ao aparelho.

31 de out. de 2016

Mãe quase tem um troço ao usar óculos de realidade virtual pela primeira vez

A youtuber Megan Kelley conta que depois de passar um mês na Unidade de Cuidados Intensivos, finalmente avisaram que seu pai havia conseguido um doador para um transplante duplo de órgãos.

Então, enquanto matavam o tempo na sala de espera do hospital, nas primeiras horas da manhã antes de que seu pai fosse levado para a sala de cirurgia, tentaram relaxar a mãe e a convenceram a usar um óculos de realidade virtual com uma montanha-russa. 

Quase quem acaba precisando de um transplante é ela. A mulher suava frio.


30 de out. de 2016

Médicos descobrem que mexicana tinha um tumor com metade de seu peso

Todos nós, principalmente os homens, fazemos a besteira de evitar o médico, de vez em sempre. No entanto, a maioria, eventualmente, marca uma consulta para se assegurar da saúde, de vez em quando. Uma mulher de Cabo San Lucas, no México, no entanto, estava com tanto medo de ver seu médico que ela evitou visitá-lo por cinco anos, com resultados quase fatais. Com o tempo, ela desenvolveu um grande... enorme... um absolutamente gigante tumor no abdômen. No entanto, quanto tomou coragem de finalmente marcar um consulta, ela saiu direto do consultório para a sala de cirurgia.

Durante cinco longos anos, Mercedes Telemontes recusou-se a ir ao médico. Sem saber (mais ou menos) que tinha desenvolvido um enorme tumor nos ovários.

Ela costumava pesar 60 kg e chegou ao médico pesando 125. Foi sua filha quem finalmente conseguiu convencer a mãe a ver um médico.

Mercedes tinha problemas para se movimentar e até mesmo respirar com o enorme abscesso dentro dela, e se não fosse removido o mais rapidamente possível, poderia ter sido fatal.

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