10 de jun de 2012

Freira defende práticas sexuais em livro: Vaticano condena


  • A Igreja mais uma vez prova sua incompetência em relação ao sexo

A instituição Católica para mim, nada mais é do que um órgão que quer controlar as pessoas, punido-as com o castigo eterno que é o inferno, usando metódos antigos de tortura psiológica proibindo o ato sexual como prazer e mascarando o que realmente acontece em seus bastidores. 

MINHA OPINIÃO: AS IGREJAS SÃO O CÂNCER DO MUNDO. AO INVÉS DE ENSINAR ATOS SAUDÁVEIS, O AMOR, A SOLIDARIEDADE, ETC, ELES ATERRORIZAM SEUS FIES COM IDEIAS DE PECADOS QUE O LEVARÃO PARA A EXPIAÇÃO ETERNA.
UM DEUS RANCOROSO QUE PUNE E QUE NÃO PERDOA, AFINAL O INFERNO É UM LOCAL DO DIABO E LÁ QUEM ENTRA NUNCA SAI. SEMPRE DIGO, NO DIA QUE UMA IGREJA PREGAR O BEM, ENSINAR COISAS DECENTES, AJUDAR AO PRÓXIMO SEM QUERER ACUMULAR FORTUNAS E TER O AMOR E O RESPEITO PELA DIVERSIDADE CULTURAL, SEXUAL E  ÉTNICA, EU ESTAREI LÁ COMO SEU FIEL FERVOROSO.

Na segunda-feira passada, o Vaticano, por meio de seus órgãos de imprensa, censurou duramente o livro Just Love: A Framework for Christian Sexual Ethics (Apenas amor: um marco de referência para a ética sexual cristã) escrito pela freira estadunidense Margaret Farley, no qual ela aborda quase todos os temas de índole sexual que continuam sendo polêmicos e incômodos para a ortodoxia católica: a masturbação, o divórcio, as relações homossexuais e outros.

Farley, pertencente às Irmãs da Misericórdia e professora emérita de Ética Cristã na Universidade de Yale, escreveu este livro para explorar o vasto campo da sexualidade, segundo as diversas tradições religiosas, teológicas e da experiência humana, sem nunca tentar contravir os dogmas e mandamentos da ICAR. No Vaticano, no entanto, não pensaram o mesmo, e se apressaram a criticar duramente o conteúdo da obra. Entre outros, destaca a postura de Farley em relação à masturbação; que segundo ela:


- "Muitas mulheres descobriram um grande bem em comprazer a si mesmas -talvez sobretudo na descoberta de suas próprias possibilidades de prazer- algo que muitas nunca experimentaram ou inclusive desconhecem mesmo em suas relações sexuais habituais com seus esposos ou amantes. De fato, a masturbação faz muito bem às relações, mais do que as estorva".

Igualmente a religiosa considera que as pessoas homossexuais merecem, além de respeito, o reconhecimento pleno de seu direito em virtude dos princípios de igualdade e não discriminação; Farley também não desestima o divórcio e o casamento de pessoas que já se casaram antes.

Estas temerárias opiniões foram consideradas ofensivas aos princípios do catolicismo entre as autoridades religiosas, particularmente as que compõem esse "moderno" tribunal inquisitorial que é a Congregação para a Doutrina da Fé -encabeçada por Joseph Ratzinger antes de ser escolhido papa-.

- "A irmã Farley manifesta um entendimento defeituoso do objetivo da natureza da lei moral natural. Esta aproximação não é consistente com a teologia católica autêntica", diz um comunicado difundido a respeito. Recordemos que no credo católico a masturbação é um ato gravemente condenado; a homossexualidade, uma depravação grave e o divórcio ou um novo casamento, violações à lei de Deus.

Curiosamente o livro de Farley não é novo. Sua primeira publicação data de 2006 nos Estados Unidos, onde gozou de grande sucesso entre os educadores católicos e inclusive recebeu um importante prêmio outorgado aos livros com temas religiosos.

Ao que parece esta censura inscreve-se nas pelejas políticas do Vaticano contra várias ordens religiosas femininas assentadas nos Estados Unidos. Cabe mencionar que o caso da irmã Farley não é tão único dentro desta ordem. Há pouco mais de um ano o monge capuchinho Ksawery Knotz falou sobre um "kamasutra católico" com o qual convidava a entrar em comunhão com a divindade, pois, segundo ele, "Deus está no orgasmo".








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2 comentários:

Tassio Bruno F. S. disse...

é a igreja. simplesmente a instituição mais antiga da humanidade; e deve ficar bem ortododoxa com esse papa...fazer oq?

Boi traido! disse...

Menas missas rezadas com padres porrados com vinho, menos padres envolvidos em casos de pedifilia, menos padres aparecendo em emissoras de TV ao estrelato, e mais vergonha na cara ok?

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