25 de dez de 2010

Professor de Taiwan enterra seus alunos vivos

  • Uma macabra experiência

Professor Qiu Daneng está tratando seus alunos da escola médica como os cadáveres, fazendo-os apreciar cada segundo de sua vida.

O professor (nada comum) da "Rende Taiwan Medical College" surgiu com a idéia de colocar seus alunos dentro de um caixão e depois baixá-los em uma cavidade debaixo do chão, como uma forma de lhes dar uma visão sobre a morte e, assim, estimular os alunos a fazer o melhor que puder para preservar a vida dos pacientes, como médicos. No início de suas carreiras, os alunos elaboram os seus testamentos, em seguida são vestidos em uma mortalha funerária e colocados num caixão feito sob encomenda . Então, eles são enterrados debaixo do chão e deixado lá por uns bons 10 minutos.

Qiu Daneng diz que "embora seja apenas 10 minutos, o efeito é igual a morte real", e alguns de seus alunos tendem a concordar com ele. "Eu senti como se estivesse renascendo quando eu saí e agora eu sei que cada segundo conta na vida." Disse Xiao Lin, uma estudante que aprova os seus métodos de professor de ensino fora do comum.

Olha, posso falar sobre isso, porque passei por uma situação assim. Quando Fiz a peça "Os Velhos Marinheiros" de Jorge Amado, na Sala do Côro do Teatro Castro Alves em 1998, tinha uma cena com um caixão e durante os ensaios eu pedi para me trancarem no caixão por uns minutos (para saber como era estar enterrado vivo) e foi uma experiência angustiante, me senti sufocado, trancado dentro de um lugar apertado e no total escuro. Tive várias sensações como: medo, desespero, angustia, solidão... etc. Não sei se dá para você sentir o que o tal professor pede aos alunos. A única coisa que lembro quando me libertaram foi um enorme alivio e em seguida um ataque de choro. Foi uma sensação que nunca mais quero presenciar em minha vida.

. . . .

7 comentários:

Vampira Dea disse...

Já tinha ouvido falar em tratamento de choque,mas ensino de choque é pauleira.
Quanto ao blog é muito legal e já visito há algum tempo e qual não foi minha surpresa hoje em descobrir que vc é conterrâneo, colega de profissão, estudamos na mesma escola em cursos e épocas diferentes e que em 98 assisti a peça Velhos marinheiros na qual vc atuou.
Muito legal.Ô mundo pequeno esse virtual.

Bertolucci disse...

Vampira Dea,

Mundo pequeno mesmo. Já aconteceu comigo isso algumas vezes, de esbarrar com alguém conhecido em lugares inusitados. Seja bem vinda a MIB e quem sabe nós nos vemos em breve.

Em 2011 vou voltar com a peça "VASSOURA ATRÁS DA PORTA" e montarei dois textos meus; Um vou atuar: DIÁRIO DE UM EX-LOUCO"; outro vou dirigir: "DIÁRIO DE UMA VAGINA REVOLTADA".

Abraços:

EDITOR DA MIB

Anônimo disse...

to vendo q alguem vai comer gostoso nesse fim de ano!!

Ana Luana disse...

1.000 acessos diários!

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Já viu se o seu está lá?

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Anônimo disse...

Isso me lembra os quadrinhos de Preacher, uma criança era colocada em um caixão e jogava no fundo de um pantano, só conseguia respirar atravez de um tubo de vetilação... talvez isso seja muito mais funebre.
Tem coisas que faz a gente pensar sobre como levamos a vida, todos deveriam experimentar a sensação de morte para valorizar mais a vida..

Isis Grein

Ryuuzaki disse...

isso deveria ser feito em todo lugar para as pessoas darem mais valor a vida imaginem se isso fazer efeito em bandidos que pensam que são intocaveis e nao vao morrer estao enganados apreciei esse metodo de ensino.

Anônimo disse...

Bandido tem que enterrar morto mesmo.

Isso tem cara de iniciação....kkkkkkkkkkkkkkkk

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